Livro impresso e e-book· para fisioterapeutas

Garanta o Guia Clínico-Científico em Fisioterapia Regenerativa com 10 casos reais, aplicando o raciocínio clínico diagnóstico com termografia que fecha a causa onde exames e protocolos não chegaram. Agora também em livro impresso, com frete grátis para todo o Brasil.
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7 dias de garantia nas duas versões
Se você atende dor há anos ou é recém-chegado neste mundo
O problema não é quantas técnicas você tem. É onde elas chegam.
Terapia Manual, RPG, Pilates, Mulligan, Agulhamento seco: Todas atuam no eixo biomecânico e algumas no eixo articular com baixa eficácia. Quando a dor é sustentada pelo eixo metabólico, neuropático ou articular, nenhuma delas alcança de forma a corrigir e promover regeneração.
Falta o diagnóstico que identifica o eixo em disfunção e a técnica que atua sobre ele. É isso que o guia mostra.
O que o laudo não conta
Em 2026, a JAMA Internal Medicine publicou ressonâncias de 602 adultos finlandeses. Só 1,3% tinha o manguito normal. A conclusão dos autores: essas alterações são praticamente universais depois dos 40 e têm fraca relação com o sintoma.
Na coluna é igual. Uma revisão sistemática encontrou degeneração de disco em 37% das pessoas sem dor nenhuma aos 20 anos, e em 88% aos 60.
Se o laudo também explica a dor de quem não sente dor, ele não pode ser o seu único mapa.
Ressonância do ombro · 602 adultos
JAMA Intern Med, 2026
O exame estrutural mostra a lesão. Não mostra se ela é a causa da dor. É aí que entra o exame funcional, a termografia, explicado no capítulo 2 do guia.
Capítulo 1 · O erro na avaliação
Anamnese convencional
Queixa principal, tempo de evolução e EVA.
Gonalgia → avalia e trata o joelho.
Lombalgia → avalia e trata a lombar.
Tendinopatia no laudo → fortalece o manguito.
É como trocar a lâmpada duas vezes quando o curto-circuito está no disjuntor.
Raciocínio clínico diagnóstico
“O que aconteceu na sua vida, do nascimento até hoje?”
O que passa a ser investigado:
Uma extração dentária de cinco anos atrás. Uma cirurgia abdominal de oito. Um corticoide que o paciente toma há anos. Nenhum deles aparece na queixa principal, e qualquer um pode ser o que mantém a dor crônica ativa.
Arquivo clínico · tente adivinhar
Todos chegaram depois de tratamentos feitos por profissionais sérios. Leia a ficha, pense onde você trataria e só então revele o que a termografia mostrou.
Ficha clínica · L.B.P., 45 anos
Capítulo 2
Onde você trataria?
Leitura termográfica oculta
0/5 causas reveladas
No guia, cada caso vem completo: história de vida, laudos, imagens termográficas comparadas com o padrão normal e o raciocínio que levou à causa. E há mais cinco, incluindo uma paralisia facial que melhorou quando o metabolismo foi corrigido e uma fibromialgia decifrada pelos potencializadores que ninguém investigou.
Capítulo 2 · A sequência diagnóstica
Em 12 anos de termografia clínica, o Prof. André montou um banco com mais de 100 mil imagens. Ele mostrou que paralisias faciais, radiculopatias, lesões do manguito e síndromes do piriforme deixam padrões térmicos próprios, e que esses padrões se repetem.
Isso troca a pergunta “o que será que ele tem?” por “em qual padrão esse quadro se encaixa?”. Com o Raciocínio Clínico Diagnóstico Integrado, a hipótese diagnóstica fecha em cerca de 80% dos casos.
~80%
dos casos com hipótese diagnóstica precisa
5 a 8
sessões, em média, para um resultado consistente
A cronologia completa: cicatrizes, cirurgias, traumas, medicamentos, sono, intestino. Os candidatos a campo de interferência aparecem aqui.
⚠ O passo que mais se faz errado
Feita num momento exato da consulta. Fora dele, o padrão térmico se altera e a leitura vira adivinhação.
Cada disfunção tem uma assinatura térmica que se repete. A imagem é confrontada com mais de 100 mil já catalogadas.
A hipótese da imagem precisa concordar com o que a anamnese revelou. Se não concorda, ela não fecha.
Uma intervenção pontual, no lugar e na dose certos. A resposta do corpo confirma (ou derruba) o diagnóstico.
Qual é o momento exato da captura, e por que um gesto comum do exame físico invalida a imagem, está no capítulo 2.
Capítulo 4 · Ouro líquido
A ferramenta que trata o que a termografia encontrou tem uma origem curiosa, quase um acidente, e um mecanismo que a neurofisiologia moderna ajuda a explicar: a modulação do sistema nervoso autônomo.
Anos 1920
Na Alemanha, o médico Ferdinand Huneke aplica procaína por engano na veia da irmã, em plena crise de enxaqueca. A dor some diante dos olhos dele.
1940
Os irmãos Huneke descrevem o Fenômeno em Segundos: uma aplicação numa cicatriz ou num dente elimina, em segundos, dores que o paciente carregava havia anos.
Hoje
A Terapia Neural guiada pela termografia: aplicar exatamente onde a imagem e a história apontam.
“Sem diagnóstico, a Terapia Neural é só mais uma técnica.”
Prof. André Luciano Pinto · capítulo 4.5
A primeira pergunta de quem nunca aplicou é: e se eu causar algum dano ao paciente? O guia responde com a farmacologia da procaína (meia-vida inferior a 30 minutos) e uma revisão de 129 estudos que registrou só efeitos leves e transitórios em doses baixas.
A maioria dos pontos fica em planos superficiais, de alguns milímetros a cerca de 2 cm. É uma técnica de precisão, não de força ou volume.
O guia traz os acórdãos do COFFITO nº 639/2023 e nº 735/2024 sobre a autonomia do fisioterapeuta na via de administração e na prescrição de insumos.
E uma conversa honesta que pouca gente tem: nem todo paciente melhora na primeira sessão. O guia explica por quê, e por que isso diz mais sobre o diagnóstico do que sobre a técnica.
Capítulo 5 · Do diagnóstico ao valor
Perguntamos aos fisioterapeutas que entraram na Formação em Fisioterapia Regenerativa o que os impedia de cobrar mais. A resposta mais comum não foi saber precificar nem o medo de perder paciente. Foi a falta de confiança no diagnóstico.
Faz sentido: sem saber o que sustenta o quadro de dor, você não tem segurança para propor um plano de tratamento, e o paciente não tem motivo para investir nele. Quando você mostra a causa, ele entende o porquê de cada etapa. Deixa de comprar sessões e passa a investir no plano de tratamento.
A conta de um paciente com dor crônica
Mesmo paciente, praticamente o mesmo número de atendimentos. Com 10 pacientes novos no mês, a diferença é de R$ 7.500 para R$ 25.000. E ela não vem de marketing: vem do que acontece dentro da sala.
Exemplo do capítulo 5, com valores médios de pesquisas com fisioterapeutas de todo o Brasil. A consulta de R$ 500 inclui a avaliação termográfica, que é o que sustenta esse valor. Não é promessa de faturamento: é a mecânica que o capítulo explica.
O fisioterapeuta não sonha em trabalhar mais. Sonha em viver mais.
Quando perguntados o que mudaria com um faturamento maior, quase nenhum fisioterapeuta falou em carro novo. Falaram em viajar com a família, acompanhar os filhos crescerem, largar os plantões e atender menos pacientes por dia.
É desse caminho que o capítulo 5 trata: ser referência em dor na sua região pelo resultado, não pelo número de seguidores, e ter tempo para a vida que a profissão ainda não deu.
O que tem dentro

Para quem é
Um aviso honesto
Este não é um manual de protocolos.
Você não vai terminar o guia sabendo aplicar Terapia Neural nem operar uma câmera termográfica. Isso pede formação prática, com supervisão.
Vai terminar entendendo por que seus casos difíceis não evoluem, onde procurar a causa e o que muda na sua prática quando você a encontra. Nas palavras do autor, essa clareza é o que separa o fisioterapeuta que continua patinando daquele que muda de patamar.
Não precisa ter câmera termográfica para aproveitar a leitura: o raciocínio clínico vale para qualquer avaliação.

Prof. André Luciano Pinto
Fisioterapeuta · CREFITO-3 51185-F
Quem escreveu
Foi o que o Prof. André ouviu, ainda plantonista de UTI, ao questionar o diagnóstico de um paciente intubado. Virou piada no hospital. Pouco depois, foi proibido de levar agulhas de acupuntura para aliviar a dor dos pacientes.
Pediu demissão. Passou anos estudando outras abordagens e, mesmo assim, alguns pacientes não melhoravam: ele ainda atendia às cegas. A virada veio com a termografia e, depois, com a Terapia Neural. Os pacientes passaram a melhorar 70%, 80% já na primeira sessão, e os colegas começaram a encaminhar os casos que ninguém resolvia.
O faturamento foi de R$ 10 mil para R$ 30 mil, com agenda cheia e menos horas por dia. Sobrou tempo para viagens com a família que ele nunca imaginou fazer, como ver a aurora boreal na Finlândia. O guia é o raciocínio por trás dessa virada, escrito para que outros fisioterapeutas não precisem levar 20 anos para chegar a ele.
2002
Forma-se em Fisioterapia. Passa 7 anos como plantonista de UTI.
2014
Pós em termografia pela USP. Passa a usar a câmera em 100% dos pacientes.
2017
Conhece a Terapia Neural e une as peças no método.
Hoje
Mais de 1.700 fisioterapeutas formados em todo o Brasil.
Do prefácio
“Existem professores que ensinam procedimentos. Outros mudam a maneira como enxergamos o paciente. André faz parte deste segundo grupo.”
Dr. Gustavo Bertolino · Fisioterapeuta, CREFITO-3 43463-F
Investimento
O mesmo conteúdo em duas versões: o e-book, para começar a ler hoje, ou o livro impresso, para ter no consultório. As duas são o primeiro passo para deixar de vender sessões e passar a propor planos de tratamento.

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Garantia incondicional de 7 dias
Vale para as duas versões. Leia os casos, teste o raciocínio na sua próxima avaliação. Se não fizer sentido para você, peça o reembolso pela Hotmart dentro de 7 dias e receba 100% de volta, sem perguntas.
Perguntas frequentes
Da próxima vez que chegar aquele paciente que já passou por tudo,
com o laudo na mão e pouca resposta ao tratamento:
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